Ver as coisas como elas são

Subjetividade é um péssimo atributo para um líder. Impede-nos de ver as coisas como elas realmente são e daí, para cometer um erro, basta fazer qualquer coisa.
Um líder não tem o direito de fantasiar ou “viajar na maionese”. Dele dependem as pessoas e o empreendimento como um todo. É uma questão de responsabilidade e compromisso. Por mais dura que seja a realidade, não podemos nos alienar ou nos omitir. Então, como cultivar a atitude correta? É questão de Andreia (não a mulher, mas a virtude).
Em grego, Andreia significa coragem, valor. Não é fácil, quase nunca, ser assertivo e firme.
Primeiro com as circunstâncias, analisando os fatos e procurando entender o que está sucedendo. E logo agir.
Segundo, com a equipe, com o máximo de empatia, colocando-se no lugar dos outros e tentando ver com seus olhos. E então conversar.
Terceiro, e o mais difícil, encarar a si mesmo e tomar consciência do que nos move no momento. E só então decidir.
Dizer que o líder tem que ter visão é jargão do meio corporativo. Mas qual visão? A certa, embora difícil, ou a errada, apesar de confortável?
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Não basta ver as coisas como elas são, também precisamos torná-las como queremos que sejam. Mas ambas as visões têm algo em comum: coragem.

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