Fim ou renascença

Barbara Kellerman fala do fim da liderança. Eu proponho a sua renascença.
Há, sem dúvida nenhuma, uma indústria que vende toda sorte de produto sob a égide da liderança. Há, outrossim, uma necessidade de formarmos mais bons líderes. Há, portanto, uma oportunidade para todo aquele que se comprometa com essa ideia.
O Renascimento Italiano, com foco em Florença, não foi espontâneo como às vezes se ensina no colégio. Nem foi somente o produto inconsciente de um convergir de forças sociais, mais ou menos cegas. E também receio que não podemos atribuir à peste bubônica o fim do pensamento medieval… Foram os seus líderes os responsáveis primeiros pela mudança histórica.
Gemistos, Cosme, Ficino, Pico, Boticcelli, Bruno etc. São tantos os nomes que Vasari se tornou o primeiro historiador da arte, listando dezenas de pintores, escultores, arquitetos, engenheiros. Houve muitos líderes na arte e também houve líderes políticos, cientistas, religiosos, banqueiros, escritores etc. Os líderes da Renascença!
Não seria o caso de nos convidarmos a uma mesma façanha? A despeito da tecnologia que hoje extravasa a nossa capacidade de consumo, o mundo atual parece, sim, meio medieval. Existem historiadores que falam disso. Eu falo da possibilidade de aproveitarmos essa situação para deixarmos a nossa marca. Líderes, vamos nessa. Enquanto uns falam de fim, aproveitemos a dica para falar de um recomeço.
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Você pode ser medieval ou renascentista. Ambos contemporâneos. Nada coetâneos.

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