Victoria and Albert

Para além das realizações em prol da ciência e da arte, incluindo os museus de história natural, o Royal Albert Hall e o Vic & Albert Museum, o casal real do século XIX da Inglaterra deu-nos uma lição mais profunda. E muito prática. Se pudéssemos fazer as coisas como eles, se pudéssemos chegar ao grau de cumplicidade e cooperação que o casal demonstrava, nossa geração de líderes seria menos feminista/machista. Seria mais efetiva. E, melhor ainda, com um forte exemplo moral – comovendo as pessoas à nossa volta para serem assim também.
A Inglaterra vitoriana não era perfeita (alguma civilização foi?!), mas seu modelo de liderança pode ser abstraído e considerado. Quem não se admira de uma dupla de líderes que dá caminho para milhões de pessoas e ainda deixa um traço de mútuo amor e companherismo? Eu, sim. Romantismo? Ou será praticidade? Afinal, quem não precisa de amizade, amor, cumplicidade etc.? Ainda mais, no exercício do poder e na condução responsável dos negócios, sejam públicos ou privados.
É que hoje há muitos desocupados de projetos vitorianos…. quer dizer, todo mundo se ocupa de seus interesses. Só. Sem amor, sem solidariedade, sem cooperação. Muito menos cumplicidade.
—-
Depois da morte da Albert, deve ter sido difícil para Victoria. Os diários dela o atestam.
Para nós, cabe a reflexão: quanto valorizamos dessas coisas “vitorianas”? Não se trata de romantismo, e sim de deixar concretas contribuições para a sociedade e as pessoas que nos cercam.
É melhor ser prático com amor, do que hipócrita angustiado.

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